Bancárias e bancários do BB, da Caixa e dos bancos privados debatem campanha nacional da categoria
No último sábado (09/05), na cidade do Rio de Janeiro, aconteceram os encontros estaduais das bancárias e bancários do BB, da Caixa e dos bancos privados. Esses encontros são algumas, das muitas, etapas que acontecem rumo à renovação da Convenção Coletiva de Trabalho da categoria bancária e dos acordos aditivos por bancos.
Na parte da manhã, BB e Caixa se reuniram no auditório do Sindicato dos Bancários do Rio e realizaram uma abertura conjunta e, na parte da tarde, os participantes se dividiram por banco para debater questões específicas. Paralelo à essas atividades acontecia o Encontro Regional do setor privado, realizado no Clube de Engenharia, no centro do Rio. Estiveram presentes bancárias e bancários das bases sindicais dos seis sindicatos filiados à Federação das Trabalhadoras e dos Trabalhadores no Ramo Financeiro do Estado do Rio de Janeiro - FEDERA/RJ (Campos, Niterói, Petrópolis, Rio de Janeiro, Sul Fluminense e Teresópolis).
Representando Petrópolis, estiveram presentes: Aline, Alvarenga, Augusto, Cláudia e Sávio, dirigentes sindicais do SindBancários Petrópolis.
A abertura conjunta entre BB e Caixa contou com a presença da presidenta da FEDERA/RJ, Adriana Nalesso, do Deputado Federal e bancário do BB, Reimont (PT-RJ), do escritor e historiador João Cezar de Castro Rocha, do funcionário aposentado do BB, doutor em Relações Internacionais pela Uerj e escritor, Marcelo Azevedo e dos membros das Comissões de Empresa do BB e da Caixa, Alexandre Batista e Rogério Campanate, respectivamente.
Saudações
Adriana Nalesso salientou a importânica dos encontros regionais para a Campanha Nacional Unificada dos Bancários deste ano. “Uma campanha que acontece em todo o Brasil e serve de referência para todos os demais trabalhadores. Somos a única categoria a ter uma Convenção Coletiva de Trabalho com direitos válidos em todo o país”. Lembrou que este ano é de eleição e por isto é muito importante prestar atenção em quem votar. “Ao não fazermos isto, acabamos votando em quem age contra nós. Por isto temos um Congresso Nacional com a grande maioria de parlamentares inimigos do povo”.
O deputado federal Reimont (PT-RJ) frisou que o “nosso Sindicato é de luta e, por isso, já temos a jornada 5X2”, mas frisou que “é o momento da categoria ser solidária com a luta dos demais trabalhadores pelo fim da 6X1”. Ressaltou que a eleição de Jair Bolsonaro colocou o Brasil à beira da barbárie, com desrespeito à população, retirada de direitos e privatizações.
O diretor da Secretaria de Bancos Públicos do Sindicato dos Bancários do Rio e da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB), Alexandre Batista, disse que o encontro vai se debruçar sobre questões não apenas salariais, mas sobre mudanças em programas como o Performa, que com seus impactos negativos foi apelidado de ‘Deforma’. “Teremos também mesas específicas sobre a Cassi, a Previ e a respeito da tarefa importante de cobrar um perfil social para o BB”, resumiu.
Rogério Campanate, diretor administrativo do Sindicato dos Bancários do Rio e integrante da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE), chamou a atenção para a importância de aumentar cada vez mais a participação dos empregados do banco na campanha salarial, na consulta nacional e nas demais atividades sindicais. “Para termos sucesso nas nossas reivindicações precisamos estar todos juntos. Esta é uma responsabilidade fundamental”, afirmou.
Conjuntura Política
João Cezar de Castro Rocha alertou que a candidatura a presidente da extrema-direita no Brasil, no caso, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), tem em seu projeto a privatização de todos os ativos da União (bancos e demais empresas públicas, previdência e saúde) a eliminação dos direitos dos trabalhadores, principalmente do serviço público e o fim da reposição das perdas inflacionárias das aposentadorias e pensões.
“É a ‘pinochetização’ do Brasil, como começou a fazer Michel Temer, com a reforma trabalhista que atingiu os trabalhadores, os sindicatos e a Justiça Trabalhista e, em seguida, Jair Bolsonaro e Paulo Guedes (ex-ministro da Economia) com as privatizações de setores estratégicos (como a Eletrobras) e a reforma da Previdência, com a tentativa, não alcançada, de privatizá-la. E, agora, o mesmo projeto é defendido por Flávio Bolsonaro, o novo candidato da extrema-direita”, frisou. Explicou que a expressão ‘pinochetização’ foi usada para lembrar que o projeto da extrema-direita em todo o mundo segue a lógica neoliberal colocada em prática a partir de golpe de Estado no Chile, em 11 de setembro de 1973, comandado pelo general Augusto Pinochet que privatizou estatais, a Previdência Social e retirou direitos dos trabalhadores.
Observou que governos autoritários, como o de Donald Trump (Estados Unidos), Javier Milei (Argentina) e Jair Bolsonaro (Brasil), impuseram e impõem estas medidas contra a população para manter o objetivo central do capitalismo que é a acumulação de riqueza. “O capitalismo se aproxima da sua crise final, porque não tem mais como se expandir. Sempre fez isto se apropriando das riquezas naturais, mas agora enfrenta a crise climática que impede que isto continue a ser feito. E a saída encontrada é, através de governos autoritários de extrema-direita, manter o uso dos recursos naturais, e, ao mesmo tempo, privatizando em todo o mundo o que é público e promovendo a retirada sem fim de direitos sociais e trabalhistas”, afirmou.
Ressaltou que a extrema-direita se utiliza do que chamou de ‘guerra cultural’ que consiste em fazer circular através das redes sociais narrativas falsas para convencer as pessoas a eleger candidatos da extrema-direita, mesmo sabendo que são autoritários e que vão retirar direitos. “É a guerra da desinformação que leva a população a votar em candidatos que trabalham contra os interesses desta mesma população”, explicou, citando como exemplo o voto dado a maioria dos parlamentares que ocupam o Congresso Nacional.
Acrescentou que o Brasil vive uma situação delicada tendo como solução a eleição do candidato Luiz Inácio Lula da Silva, no primeiro turno. “Mas não só. É preciso acabar com o projeto da extrema-direita de fazer maioria de membros no Senado Federal de modo a transformar em refém um provável governo Lula”, argumentou.
Papel dos bancos públicos e relação com o Estado
Autor do livro As Finanças do Dragão: o Sistema Financeiro Chinês e Águas da China: a modernização chinesa, Marcelo Azevedo afirmou que “outro mundo alternativo é possível”, em referência à decadência do capitalismo liberal nos Estados Unidos e à ascensão da China e dos Brics — bloco de economias emergentes formado originalmente por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul — no mercado global. O grupo avança no comércio internacional sem adotar o dólar como moeda de referência.
Marcelo destacou que atualmente existem 551 instituições financeiras públicas no mundo atuando como instrumentos dos Estados para financiar o desenvolvimento das nações, segundo pesquisa da Universidade Tsinghua, em Pequim, uma das principais instituições de pesquisa do planeta.
“A China tem como pilar de seu desenvolvimento três grandes bancos públicos estatais, sem participação de capital privado: o Banco de Desenvolvimento, o Banco Rural e o Banco de Exportação e Importação. Mesmo nas instituições financeiras regionais e locais, a participação privada chega, no máximo, a 30%”, explicou.
Fundado em 1984, o Banco Industrial e Comercial da China (ICBC – Industrial and Commercial Bank of China) lidera o setor financeiro chinês, com ativos superiores a US$ 5,6 trilhões, oferecendo serviços comerciais, corporativos e pessoais. O Bank of Communications (também conhecido como BoCom ou BankComm) é uma das instituições financeiras mais antigas, fundada em 1908. É um banco estatal de grande porte, listado nas bolsas de Hong Kong e Xangai, com atuação global e forte presença no financiamento corporativo.
“Os maiores bancos públicos do mundo financiam o maior desenvolvimento do mundo”, ressaltou Azevedo. A China tem hoje os quatro maiores bancos pró-ativos totais no mundo.
Ao defender que o Estado chinês é o principal indutor do desenvolvimento econômico do país, Marcelo afirmou que os maiores bancos daquele país financiam e qualificam as demais instituições financeiras, enquanto o governo define as prioridades estratégicas para cada um dos bancos rurais e locais.
“Os bancos públicos chineses estão financiando, por exemplo, um novo processo de urbanização para redesenhar e redefinir o papel das mil maiores cidades e vilas chinesas no desenvolvimento do país, inclusive com projetos de transição energética. O Banco de Exportação e Importação da China, um dos maiores financiadores do comércio internacional, investe em portos, contêineres e navios”, afirmou.
Somente o Banco Rural chinês financia a urbanização de favelas, construções de moradias populares, industrialização e ciência e tecnologia rural, retirada de milhões de pessoas da pobreza e reorganização de moradores de áreas degradadas para locais seguros, entre outras áreas de desenvolvimento econômico e social.
Ao comparar os sistemas financeiros chinês e brasileiro, Marcelo argumentou que, enquanto a China fortaleceu o papel dos bancos públicos para impulsionar sua economia, o Brasil restringiu essa atuação por meio das privatizações.
“É evidente que o BNDES sozinho não dá conta da demanda de investimentos de que o Brasil necessita”, destacou. Lembrou que, em 1990, o Brasil tinha vários bancos regionais e estaduais que financiavam a infraestrutura local e que foram privatizados, especialmente durante o governo FHC, citando o impacto da venda do Banerj para o Itaú Unibanco por R$ 311,1 milhões, processo que resultou na perda de empregos dos bancários e na decadência econômica do estado.
Análise Político/Econômica
Ambos os encontros contaram com apresentações do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioecnômicos). Paulo Jager, economista do Dieese, fez uma análise de conjuntura falou do endividamento das famílias brasileiras e das dificuldades do Brasil para um desenvolvimento sustentável causados pelos juros altos do país, o segundo maior do mundo, atrás apenas da Rússia, em guerra e sob um embargo econômico dos EUA e da União Europeia. “Com esse nível de taxas de juros, cerca de 85% da dívida dos brasileiros é de cartão de crédito, que é o pior tipo de endividamento que as pessoas podem ter, que chega a 450% ao ano, tornando-se impagável. Apesar do aumento da renda e do emprego, as pessoas não estão se sentindo com mais poder de compra”, disse Jager, lembrando que as jogatinas em plataformas de apostas (Bets) também explicam o aumento das dívidas dos brasileiros.
Mostrou ainda que os juros altos impactam mais sobre a dívida pública do que qualquer outra causa, inclusive do que o aumento dos custos com o INSS devido ao envelhecimento da população brasileira. “A taxa de juros começou a cair, mas o Banco Central está usando como justificativa as guerras para avisar que a queda da Selic pode ocorrer de forma mais lenta do que o esperado. Apesar dos juros, o economista vê com otimismo alguns dados da economia brasileira.
O técnico do Dieese avalia que provavelmente o Brasil vai manter uma taxa de desemprego baixa, um crescimento da formalização do emprego e aumento da renda dos trabalhadores. “O setor automobilístico neste primeiro quadrimestre de 2026 bateu recorde de vendas, o que faz puxar outros setores, como de peças e serviços”, destacou.
“Há uma desconexão entre os números positivos da economia e a percepção dos brasileiros e as pesquisas de opinião mostram isso”, afirmou, trazendo números da pesquisa AtlasIntel que mostram que mostram o crescimento de aprovação do presidente Lula.
Segundo a pesquisa, os brasileiros têm como maiores preocupações, a corrupção e a criminalidade, com queda em questões como emprego e inflação. “As pessoas estão preocupadas com questões que o governo federal sequer tem ingerência, como criminalidade e drogas”, agenda explorada pela extrema-direita e da mídia, explica o economista.
Encontro Específico do BB
Na palestra sobre a performance do Banco do Brasil, no ano passado, a técnica do Dieese, Millena Alves, reafirmou que os principais causadores da queda de 45,4% no lucro – de R$ 20,685 bilhões em 2025 – comparado ao de 2024, foram a inadimplência do agronegócio e as mudanças na formula de cálculo das Provisões para Devedores Duvidosos (PDD).
O agro é o maior segmento tomador de crédito, com 39% da carteira do BB, ficando pessoa física com 29% e pessoa jurídica com 18%. O total dos financiamentos do BB ao agronegócio é de R$ 406, 1 bilhões, correspondendo a três vezes o valor emprestado pelos outros quatro maiores bancos. Do total da PDD, 56% do valor correspondeu ao agro; 21% a pessoa jurídica; e 23% pessoa física. Millena mostrou que a inadimplência em 2025 cresceu 5,17%: 6,56% pessoa físicas, 3,75% pessoa jurídica e 6,09% agronegócio.
Por conta dos juros altos em abril, 80,9% das famílias brasileiras estavam endividadas, sendo que deste total, 29,7% estavam com dívidas em atrasado. Deste total, 12,3% não tinham como pagar. Do total das famílias endividadas, 84,9% o estavam no cartão de crédito, que tem juros superiores a 400% ao ano e 16% no cheque especial. Millena mostrou, ainda, que o total da renda da pessoa física comprometida com o pagamento de financiamentos cresceu de 23% para 29,2%.
A técnica do Dieese informou que os bancos com negócios no Brasil são os que mais investem em tecnologias: enquanto a média mundial de crescimento foi de 35%, de 2018 até 2023, no Brasil foi de 97%.
- Cassi e Previ
Para embasar o debate do Encontro Regional dos Funcionários do Banco do Brasil foi realizada uma mesa de debate importante, sobre Cassi e Previ, respectivamente, o plano de saúde e o fundo de previdência dos funcionários do banco, e outra mesa com o tema: "O Banco do Brasil que temos hoje".
Da primeira, participaram o diretor administrativo eleito para a Previ, Alencar Ferreira e o que sai do cargo, Márcio de Souza; a diretora de risco populacional e atendimento da Cassi, Luciana Bagno; e a diretora do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, Rita Mota.
Márcio fez um balanço de sua gestão, desejou todo o sucesso a Alencar e avaliou que a prioridade tem que ser aprofundar o diálogo com os associados e lembrar que a Previ é um fundo de previdência solidário e que garante e garantirá uma vida tranquila após a aposentadoria e não um fundo de investimentos. “Ainda hoje, mesmo com a competência e a segurança que a Previ proporciona, ainda têm pessoas que acham que devem fazer aplicações com o dinheiro que está na caixa de previdência individualmente, o que é um erro. O mutualismo é muito melhor”, afirmou.
Alencar fez uma avaliação da campanha da Chapa 2 – Previ para os Associados, que foi vitoriosa por manter a mesma política dos diretores eleitos já no cargo e pelo apoio de todo o movimento sindical e associações representativas dos funcionários. “Levamos na campanha a mesma ideia da atual gestão de que só faz sentido esta luta pelo fortalecimento da Previ de forma coletiva, com a participação de todos”, apontou.
Disse que, apesar da outra chapa não apresentar seus apoiadores, ficou claro que eles existem, e estão ligados à direita, com a pretensão de atacar a Previ, e os direitos dos associados, e que a campanha foi feita, sobretudo com base em notícias falsas. No seu entender a eleição da Previ foi uma mostra do que pode vir este ano nas eleições gerais de outubro.
Luciana Bagno disse que a prioridade é resolver a questão da participação do banco no equilíbrio financeiro da Cassi. Enfatizou também ser fundamental a melhora na comunicação com os assistidos.
Fernanda Lopes, coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB), participou de forma virtual do debate sobre o banco. Disse que é preocupante a piora no atendimento à população desde o início da atual gestão, com fechamento de agências a redução do número de caixas. “Os bancos privados fazem isso, mas o BB é um banco público, tendo a obrigação de atender dignamente a população”, avaliou. Disse que o fechamento tem deixado sem atendimento principalmente a periferia. Acrescentou que o BB precisa urgentemente de novo concurso.
Encontro Específico da Caixa
O diretor do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, Sérgio Amorim, fez um histórico dos principais problemas enfrentados pelos trabalhadores em relação ao Saúde Caixa. “Temos alguns gargalos no nosso plano de saúde, como a alta da idade média dos usuários e da utilização do plano, a necessidade de melhoria na rede credenciada e, especialmente, a questão do teto de 6,5%, que faz com que os bancários arquem hoje com quase 50% do custeio do plano”, afirmou Serginho.
“É importante lembrar que os empregados precisam se mobilizar para derrubar esse teto e recuperarmos a proporção de 70/30, em que a empresa assume a maior parte dos custos do Saúde Caixa”, acrescentou.
Os bancários também defenderam o avanço de um modelo mais democrático e participativo de gestão do Saúde Caixa, com maior transparência nos relatórios da autogestão e fortalecimento do compromisso do plano com seus usuários. .
- Saúde mental
A saúde mental é atualmente a principal causa de afastamentos médicos na categoria bancária. Por isso, além de cobrar melhorias no Saúde Caixa, os participantes do Encontro Regional aprovaram outras propostas que serão levadas ao 41º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa (Conecef), marcado para os dias 17, 18 e 19 de junho. Entre as propostas aprovadas está a implementação de um Programa Nacional de Saúde Mental, com acompanhamento no pós-retorno ao trabalho, possibilidade de realocação do empregado e uma campanha permanente de prevenção ao adoecimento mental.
- Assédio moral na Caixa
Um dos principais fatores relacionados ao adoecimento mental da categoria é o crescimento dos casos de assédio moral. Diante dessa situação, os empregados aprovaram propostas para que o banco garanta atendimento psicológico e psiquiátrico às vítimas — custeado pela empresa e fora da rede credenciada do Saúde Caixa — e trate os casos de assédio moral, sexual e organizacional como prioridade.
- Endividamento dos bancários
Os juros elevados no Brasil, que impactam trabalhadores e empresas, também afetam a categoria bancária. Para enfrentar esse problema, o Encontro Regional defendeu a criação de mecanismos de proteção aos empregados em situação de endividamento, por meio de apoio financeiro, renegociação de dívidas, acompanhamento psicológico e ações de educação financeira.
Também foram debatidas medidas para garantir que os cursos de formação e capacitação não gerem prejuízos aos bancários e sejam realizados dentro da jornada de trabalho.
Medidas para o fortalecimento da atuação dos delegados sindicais também fizeram parte da puta de debates e reivindicações neste Encontro.
Eleição das delegações
Ao final de cada encontro, foram eleitas as delegações que irão participar dos encontros nacionais do BB, da Caixa e dos bancos privados, que acontecerão em junho deste ano, em São Paulo.
Alvarenga, Augusto, Cláudia e Sávio farão parte das delegações para os encontros nacionais do BB, Santander, Bradesco e Itaú, respectivamente.
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