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Sindicato adota o rodízio entre diretores e dispensa funcionárias

p { margin-bottom: 0.25cm; line-height: 115%; } p { margin-bottom: 0. O Sindicato tem cobrado das autoridades locais o não funcionamento das agências bancárias, pois acreditamos que as mesmas são potenciais focos de proliferação do Coronavírus. Na quarta-feira, estivemos na prefeitura protocolando um pedido ao Prefeito Bernardo Rossi que decrete o não funcionamento das agências bancárias. Veja abaixo um trecho do documento (que está na íntegra numa notícia de ontem). “Tendo em vista a pandemia do COVID-19 e preocupados com a disseminação do vírus entre nós, moradores de Petrópolis, pedimos encarecidamente e com a máxima urgência, que o Excelentíssimo Senhor Prefeito decrete, por prazo indeterminado, a suspensão das atividades de todas as agências bancárias da cidade. (…) vimos, através dessa, alertar sobre um imenso e potencial fator de risco à saúde pública de Petrópolis, que é o funcionamento das agências bancárias. Em nossa cidade, existem mais de 30 agências onde trabalham, aproximadamente, mil bancários e terceirizados e que recebem centenas e até milhares de pessoas por dia. Além da grande aglomeração de pessoas, as agências não possuem ventilação natural, funcionando com aparelhos de ar-condicionado, o que as transformam no cenário ideal para a proliferação do vírus COVID-19, expondo centenas de pessoas à contaminação, todos os dias.” Hoje, durante o dia, estivemos com carro de som em diversas agências do centro, alertando clientes e usuários sobre os riscos de contaminação do Coronavírus, ao qual estão se expondo e, consequentemente, também expondo familiares e pessoas próximas. Cobramos também da Federação dos Bancários do RJ/ES que exija o mesmo do Governo Estadual. Acreditamos que a atitude mais sensata e eficaz, passa pelo isolamento e, para isso, o não funcionamento das agências bancárias é algo extremamente necessário. Assim como cobramos e exigimos ações dos bancos e das autoridades, em relação à categoria bancária, trabalhadores das instituições bancárias, como vigilantes, pessoal da limpeza e conservação, estagiários, clientes e usuários, também precisamos ter responsabilidades com nossas vidas, dos funcionários do sindicato e de quem nos cerca. Por conta disso, a partir dessa sexta-feira, dia 20/03, adotaremos as seguintes medidas na entidade: dispensa das funcionárias, rodízio entre os dirigentes e redução do horário de funcionamento, que agora será de 10h às 16h. Lembramos também que o plantão do jurídico está suspenso. Isso porque todos os Tribunais de Justiça do país suspenderam prazos e audiências. O Sindicato dos Bancários de Petrópolis segue, diariamente, na luta em defesa da categoria, dos clientes e usuários e da sociedade Brasileira como um todo.


Coronavírus: Santander atende movimento sindical

Depois de ser cobrado pelo Comando Nacional dos Bancários, que enviou um ofício à Fenaban, na semana passada, cobrando medidas dos bancos, o Santander anunciou uma série de medidas para conter a disseminação do coronavírus entre funcionários e clientes. Em comunicado interno, o presidente do Santander Brasil, Sérgio Rial, ressalta que “contra o medo, não há nada tão eficaz quanto a informação e a ciência” e diz que o banco está “fazendo tudo para garantir, na medida do possível, que o nosso ambiente se mantenha seguro e controlado”. O banco vai implantar a rotina de home office em algumas áreas, como forma de reduzir a densidade de pessoas nos locais de trabalho e em circulação pelas cidades. “Funcionários com mais de 60 anos, grávidas ou pessoas com doenças crônicas podem pedir para não estar presencialmente no trabalho se assim desejarem. E aquele que se sentir de alguma forma constrangido deve reportar ao Canal Aberto, de forma não anônima.” A mensagem de Rial também traz orientações sobre medidas de higiene pessoal e dos equipamentos que cada funcionário utiliza no trabalho, além de evitar a presença em ambientes onde haja aglomerações de pessoas. O banco também vai antecipar, de forma excepcional, 100% do 13º salário (as duas parcelas) de todos os funcionários. Os valores serão pagos no dia 30 de abril. Outra orientação importante diz respeito às visitas comerciais. A recomendação é para que os funcionários evitem.


Combate ao Coronavírus: Sindicato solicita à Prefeitura a suspensão das atividades das agências bancárias em Petrópolis

Tendo em vista a pandemia do COVID-19 e preocupados com a disseminação do vírus entre nós, moradores de Petrópolis, o Sindicato dos Bancários de Petrópolis esteve no início da tarde dessa quarta-feira, 18/03, na prefeitura, para solicitar ao Prefeito Bernardo Rossi que seja decretada, por prazo indeterminado, a suspensão das atividades de todas as agências bancárias da cidade. Fomos alertar sobre um imenso e potencial fator de risco à saúde pública de Petrópolis, que é o funcionamento das agências bancárias. Em nossa cidade, existem mais de 30 agências onde trabalham, aproximadamente, mil bancários e terceirizados e que recebem centenas e até milhares de pessoas por dia. Além da grande aglomeração de pessoas, as agências não possuem ventilação natural, funcionando com aparelhos de ar-condicionado, o que as transformam no cenário ideal para a proliferação do vírus COVID-19, expondo centenas de pessoas à contaminação, todos os dias. O que estamos vivendo a nível mundial é algo sem precedentes na história da humanidade. Diversos países já decretaram quarentena e o não funcionamento de empresas públicas e privadas. O Governo Federal reconheceu, no dia de ontem, o Estado de Calamidade Pública, o que demonstra a gravidade da situação vivida também em nosso país. Na cidade de Petrópolis não é diferente, segundo o Governo do Estado do Rio de Janeiro, os casos suspeitos em Petrópolis já passam de 15. Além do pedido ao Prefeito, realizaremos atos com carro de som, no dia de amanhã, em frente às agências dos bancos Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Caixa Econômica, alertando a população à essa questão dos bancos. Para termos a visibilidade necessária, convidamos a imprensa local para cobrir nossa atividade. A união, troca de informações, solidariedade e prevenção é imprescindível nesse momento. E acreditamos que a atitude mais sensata e eficaz, passa pelo isolamento e, para isso, o não funcionamento das agências bancárias é algo extremamente necessário.


CORONAVÍRUS: Comando Nacional cria comitê de crise com bancos

Em reunião realizada ontem, 16/03, o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) criaram um comitê de crise para acompanhar as orientações das autoridades de saúde diante da pandemia gerada pelo novo coronavírus (COVID-19) e tratar das medidas a serem tomadas pelos bancos, de acordo com a evolução da epidemia. A preocupação é garantir a saúde e a segurança dos bancários, principalmente daqueles que fazem parte do chamado grupo de risco e das mulheres em gestação. Outra questão trazida pelo Comando foi o da suspensão das aulas nas escolas e a falta de opção para os cuidados com as crianças. “Levar as crianças para o trabalho não é uma opção. É colocar as crianças em risco. Quando os pais não tiverem com quem deixar os filhos, devem ser liberadas para realizar o teletrabalho, ou, em último caso, a antecipação das férias”, afirmou a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira, também coordenadora do Comando dos Bancários. “Todos os país com crianças em idade escolar devem ser liberados para cuidarem de seus filhos”, completou. O Comando Nacional dos Bancários enviou, na quinta-feira (12/03), um ofício sugerindo medidas e cobrando negociações da Fenaban sobre os procedimentos a serem adotados pelos bancos em precaução ao novo coronavírus. Entre as medidas cobradas pelo Comando Nacional dos Bancários a ser adotadas pelos bancos, estão: – Comunicação preventiva sobre os cuidados a serem tomados por todos, para evitar notícias erradas ou inverídicas; – Adoção do teletrabalho e, nos casos em que isso não for possível, a antecipação das férias; – Suspensão das demissões; – Suspensão da cobrança de metas; – Suspensão temporária das atividades de agências em áreas de risco, como aeroportos e hospitais; – Transparência das informações com os trabalhadores e os sindicatos; – Retirada dos bancários do serviço no autoatendimento; – Antecipação da campanha de vacinação da gripe, como forma de facilitar a identificação dos casos de coronavírus. Sobre a antecipação da campanha de vacinação, disseram que dependem de tramites com a Receita Federal e a Anvisa, mas que já conseguiram antecipar o início, que seria no dia 22 de abril para o dia 15 de abril, mas que vão tentar negociar com os órgãos para antecipar ainda mais. Os representantes dos bancos também disseram que existe sensibilidade com as demais reivindicações e as mesmas serão levadas como recomendação para serem adotadas por todos os bancos. “Com relação à adoção do teletrabalho para pessoas do grupo de risco e grávidas, não queremos que seja uma recomendação da Fenaban aos bancos, mas sim uma determinação. E quando não for possível o teletrabalho, que sejam liberadas, ou antecipadas as férias”, disse Juvandia. “Sugerimos aos bancários que fazem parte destes grupos, que solicitem essa alternativa e se não forem atendidos que entrem em contato com seus sindicatos”, completou. Os sindicatos também foram orientados a comunicar ao Comando casos concretos que possam ser tratados pelo comitê de crise, como bancários que tenham suspeitas de infecção pelo vírus, mas estão sendo obrigados a trabalhar pelo gestor de sua unidade. “Os sindicatos vão acompanhar os procedimentos da Fenaban, procurar cada um dos bancos e cobrar a implementação das propostas apresentadas pela Comando. É importante que os bancários mantenham contato com os sindicatos para que estes cobrem dos bancos a solução para cada um dos problemas que aparecerem”, concluiu a presidenta da Contraf-CUT Garantia da ultratividade da CCT Dada a necessidade de suspensão das conferências regionais, estaduais e nacional, além dos congressos e encontros específicos dos trabalhadores de cada banco, para evitar aglomerações e a propagação da doença, o Comando Nacional dos Bancários solicitou a ultratividade dos direitos garantidos na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria, que vence em 31 de agosto de 2020. “É importante tanto para os bancários, quanto para os bancos que nossa Campanha Nacional seja representativa e garanta o direito de participação de todos. Nossas conferências começariam agora, mas assim como cobramos dos bancos, nós também temos que nos somar ao esforço para garantir a saúde da categoria”, explicou Juvandia. A Fenaban vai levar o tema para ser debatido com os bancos e dará resposta ao Comando Nacional assim que possível. Defesa do SUS Após o fim da reunião com a Fenaban, o Comando Nacional dos Bancários permaneceu reunido e destacou a importância da defesa do Sistema Único de Saúde (SUS) e da revogação da Emenda Constitucional 95/2016, que limita os investimentos públicos nas áreas da saúde, educação e diversas outras políticas sociais. “Neste momento de crise, os hospitais particulares estão se recusando a atender e a realizar testes em pacientes com suspeita de coronavírus. A situação no país só não está ainda pior porque temos o SUS. Precisamos defender e lutar por mais verbas para a Saúde, assim como a pesquisa científica”, criticou Juvandia. “A Emenda Constitucional 95 precisa ser revogada”, concluiu. Alguns procedimentos os bancos já passaram a adotar após o ofício enviado pelo Comando dos Bancários, como a comunicação preventiva; o reforço na limpeza, controle de acesso às agências, para que não haja aglomerações e a adoção da quarentena para aqueles que retornem de viagens ao exterior, entre outras. O Bradesco, em áudio enviado aos gestores, orientou para que as pessoas do grupo de risco: diabéticos, grávidas, idosos, transplantados, jovem aprendiz e portadores de doenças respiratórias com uso de bombinha, sejam liberadas para o cumprimento da quarentena até dia 01/04/2020.  


Programa Trabalhador em Foco - Tema: Lei Maria da Penha 
 
Programa Trabalhador em Foco - Tema: Conjuntura Política 
 
Programa Trabalhador em Foco - Tema: Situação Análoga à Escravidão