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Encontro Nacional dos Trabalhadores do Bradesco formaliza pauta de reivindicações específica

Emprego, saúde e segurança são os principais pontos da minuta específica de reivindicações do Encontro Nacional dos Trabalhadores do Bradesco, realizado ontem, 03/08, digitalmente. O documento será encaminhado à direção do banco. “Nós queremos retomar a mesa específica de negociações para negociar o fim das demissões, principalmente durante a pandemia, e o retorno dos vigilantes nas unidades de negócios, que tem caixa eletrônico, onde funcionários já começam a sofrer ataques”, afirmou Magaly Fagundes, coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Bradesco. Os trabalhos do dia começaram pela manhã com uma análise de conjuntura feita pela Presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores dp Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira, que é uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários. “Nós temos que discutir o Brasil que a gente quer, para pensar numa solução para este mundo que está tão doente. É importante falar do geral, para depois falarmos do específico. Olhando o geral para saber como vamos atuar por banco”, salientou. Na sequência, o reflexo da pandemia na saúde do trabalhador entrou em debate. “O tema de saúde sempre foi muito importante para o movimento sindical bancário. Com a pandemia, ganhou ainda mais importância”, afirmou o palestrante Mauro Salles, secretário de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT.


Encontro Nacional define plano de lutas contra ataques do Santander

O Encontro Nacional dos Funcionários do Santander, realizado ontem, dia 03/08, pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e pela Comissão de Organização dos Empregados (COE) do banco, trouxe aos delegados o debate sobre os planos de previdência fechados, os ataques que os mesmos vêm sofrendo, tanto da parte dos bancos quanto do governo, e a análise dos resultados do balanço do banco e da holding de empresas grupo. Para o secretário de Assuntos Socioeconômicos e representante da Contraf-CUT nas negociações com o banco, Mario Raia, o debate sobre os planos de previdência foi muito rico. “É importante unificar a luta dos funcionários do Santander, mas também com os trabalhadores de outras empresas que têm planos de previdência fechados”, disse. “Estes ataques fazem parte de um arranjo dos bancos e empresas que têm interesse em ocupar este mercado com o governo. Para defendermos todos os planos de previdência privada fechada do país é importante nos unificarmos também nesta luta”, completou o dirigente da Contraf-CUT. Ao final do encontro, os delegados apresentaram propostas de ações para resistir aos ataques contra os direitos dos trabalhadores e avançar na conquista de novos direitos. “O Santander vem adotando uma postura intransigente, com ataques aos direitos e tomada de medidas sem que haja negociações com a representação dos trabalhadores. A COE vai analisar as propostas apresentadas para lutarmos contra isso e sintetizá-las para a mobilização dos trabalhadores na ação contra estes desmandos do banco”, disse a coordenadora da COE, Lucimara Malaquias.


Bancários do Santander e do Bradesco realizam encontro nacional hoje

Os bancários do banco Santander realizam, hoje (3), das 10h às 16h, o Encontro Nacional dos funcionários, que trará reflexões “Contra a precarização, em defesa da vida e do emprego”. Durante o encontro, os funcionários debaterão sobre os planos de previdência complementar e de saúde dos funcionários e, com base nos resultados do banco e das demais empresas da holding, elaborarão um plano de atuação para lutar contra os ataques promovidos pelo Santander. “Sabemos das dificuldades que teremos na luta contra estes ataques, ainda mais na atual conjuntura do nosso país, com um governo que não tem compromisso com a classe trabalhadora e contribui com o banco na promoção destes ataques, mas vamos nos preparar para resistir e avançar em tudo o que for possível na conquista de direitos”, disse a coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander, Lucimara Malaquias.   BRADESCO Com o mote “O que queremos do futuro é emprego, saúde e um Brasil melhor”, os bancários do Bradesco realizam, também hoje (3), seu encontro nacional. A ideia é refletir sobre a situação a que são submetidos os funcionários do banco neste momento de crise sanitária, com o banco demitindo trabalhadores e fechando agências em plena pandemia.    “Nós precisamos discutir afundo a dura realidade que estamos enfrentando. As ações e campanhas que fizemos agora já deram muito resultados, mas não podemos nos acomodar. Por isso, vamos debater novas formas de mobilização e enfrentamento. As demissões precisam parar. Os bancários precisam ter suas funções e cargos respeitados”, afirmou Magaly Fagundes, coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Bradesco.


Bancários do Santander e do Bradesco realizam encontro nacional hoje

Os bancários do banco Santander realizam, hoje (3), das 10h às 16h, o Encontro Nacional dos funcionários, que trará reflexões “Contra a precarização, em defesa da vida e do emprego”. Durante o encontro, os funcionários debaterão sobre os planos de previdência complementar e de saúde dos funcionários e, com base nos resultados do banco e das demais empresas da holding, elaborarão um plano de atuação para lutar contra os ataques promovidos pelo Santander. “Sabemos das dificuldades que teremos na luta contra estes ataques, ainda mais na atual conjuntura do nosso país, com um governo que não tem compromisso com a classe trabalhadora e contribui com o banco na promoção destes ataques, mas vamos nos preparar para resistir e avançar em tudo o que for possível na conquista de direitos”, disse a coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander, Lucimara Malaquias.   BRADESCO Com o mote “O que queremos do futuro é emprego, saúde e um Brasil melhor”, os bancários do Bradesco realizam, também hoje (3), seu encontro nacional. A ideia é refletir sobre a situação a que são submetidos os funcionários do banco neste momento de crise sanitária, com o banco demitindo trabalhadores e fechando agências em plena pandemia.    “Nós precisamos discutir afundo a dura realidade que estamos enfrentando. As ações e campanhas que fizemos agora já deram muito resultados, mas não podemos nos acomodar. Por isso, vamos debater novas formas de mobilização e enfrentamento. As demissões precisam parar. Os bancários precisam ter suas funções e cargos respeitados”, afirmou Magaly Fagundes, coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Bradesco.